Publicações da SVS são lançadas na Expoepi

jun 30, 2017 by bruno in  Sem categoria

Vinte e quatro publicações da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) foram lançadas na quinta-feira (29), durante a 15ª Expoepi, em Brasília. Dentre os lançamentos, estão os seguintes títulos: “Cartilha para o Agente Comunitário de Saúde”; “Vírus Zika no Brasil: a resposta do SUS”; “Saúde Brasil 2015-2016”; “Chikungunya: manejo clínico”; “Epidemiologia e Serviços de Saúde – revista do Sistema Único de Saúde do Brasil”.

Também foram lançados os boletins epidemiológicos: “Indicadores prioritários para o monitoramento do Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como Problema de Saúde Pública no Brasil” e “Coinfecção TB-HIV no Brasil: panorama epidemiológico e atividades colaborativas” (acesse aqui).

Segundo a Coordenadora da Comissão Científica da 15ª Expoepi, Elisete Duarte, “as publicações representam o esforço coletivo das diversas áreas da Secretaria de Vigilância em Saúde”. Para a diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais, Adele Benzaken, o “Boletim Epidemiológico Coinfecção TB-HIV no Brasil: panorama epidemiológico e atividades colaborativas” representa um marco na busca por informações sobre as infecções pelas duas doenças. “É a primeira vez que conseguimos elaborar um banco de dados dos programas desses dois agravos. A tuberculose é a maior responsável pela mortalidade por aids no Brasil”, afirmou.

Para o diretor do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis (Devit), João Paulo Toledo, “as publicações contribuem para o trabalho dos profissionais de saúde e nos ajudam a verificar onde podemos atuar com mais profundidade. Temos nesses materiais um guia de como enfrentar os desafios dessas doenças”.

Veja a relação das 24 publicações lançadas pela Secretaria de Vigilância em Saúde:

  • Cartilha para o Agente Comunitário de Saúde – Tuberculose (1ª edição, 2017)
  • Protocolo para vigilância do óbito com menção de tuberculose nas causas de morte (1ª edição, 2017)
  • Vírus Zika no Brasil: a resposta do SUS (1ª edição, 2017)
  • Orientações integradas de vigilância e atenção à saúde no âmbito da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (2017)
  • Chikungunya: manejo clínico (2ª edição, 2017)
  • Vigitel Brasil 2016: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico (1ª edição, 2017)
  • Saúde Brasil 2015-2016: resumo executivo (folder)
  • Panorama Nacional de Implementação do Programa Academia da Saúde: Monitoramento Nacional da Gestão do Programa Academia da Saúde – Ciclo 2016 (2017)
  • Guia de vigilância de epizootias em primatas não humanos e entomologia aplicada à vigilância da febre amarela (2ª edição atualizada)
  • Manual de vigilância da leishmaniose tegumentar (1ª edição, 2017)
  • Cartilha de orientação à população no período de alerta de chuvas intensas (1ª edição, 2017)
  • Orientações para prevenção de acidentes por animais peçonhentos durante e após períodos de enchentes (folder)
  • Prevenção de doenças infecciosas respiratórias (folder)
  • Tétano acidental: ferimentos com destroços podem levar à infecção (folder)
  • Orientações para o tratamento intradomiciliar da água de consumo humano em situações de desastres (folder)
  • Epidemiologia e Serviços de Saúde – revista do Sistema Único de Saúde do Brasil (vol. 26, n. 1 e 2, 2017)
  • 5 passos da Prevenção Combinada na Atenção Básica (acesse aqui)
  • Boletins Epidemiológicos (2017):

§ Indicadores prioritários para o monitoramento do Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como Problema de Saúde Pública no Brasil

§ Coinfecção TB-HIV no Brasil: panorama epidemiológico e atividades colaborativas

§ Monitoramento integrado de alterações no crescimento e desenvolvimento relacionadas à infecção pelo vírus Zika e outras etiologias infecciosas, até a Semana Epidemiológica 18, 2017

§ Monitoramento dos casos de dengue, febre de Chikungunya e febre pelo vírus Zika até a Semana Epidemiológica 19, 2017

§ Indicadores de Vigilância em Saúde descritos segundo a variável raça/cor, Brasil

§ Vigilância em Saúde do Trabalhador: um breve panorama

Expoepi é reconhecida como importante evento

mar 29, 2017

A Expoepi é reconhecida como importante evento, que tem como objetivo difundir os serviços de saúde do SUS, que se destacaram pelos resultados alcançados em atividades de vigilância, prevenção e controle de doenças e agravos de importância para a Saúde Pública. Este ano, o evento espera um público de aproximadamente 2.500 participantes.

PRÊMIOS

jun 23, 2016

Os prêmios desta edição, regulamentados por edital público, totalizam o montante de R$ 969.000,00, e para todas as categorias previstas serão premiados os três primeiros colocados.  Serão premiadas as experiências bem-sucedidas dos serviços de saúde; os trabalhos técnico-científicos no âmbito de programas de pós-graduação dos profissionais que atuam no SUS; e experiências bem-sucedidas conduzidas pelos movimentos sociais que contribuíram para o aprimoramento das ações da vigilância em saúde.

Os avanços e desafios das hepatites virais no Brasil

jun 30, 2017

Controle das hepatites virais no Brasil foi tema do Painel 11 nesta quinta-feira (29) no terceiro dia da 15ª Expoepi, em Brasília. Foram apresentados o panorama das hepatites B e C no país, a implantação de novos medicamentos, os desafios no enfrentamento à doença e a participação conjunta do poder público com a sociedade civil na busca por melhorias nos serviços de saúde.

Sob coordenação de Edmundo Pessoa de Almeida Neto, da Sociedade Brasileira de Hepatologia, o painel abriu com o tema “Desafios e perspectivas para o controle das hepatites virais no Nrasil”, com Márcia Cássia Jacintho Mendes Corrêa, da Secretaria de Vigilância em Saúde.

Francisco José Dutra Souto, da Universiade Federaal do Mato Grosso (UFMT) abordou o tema “Diretrizes para o tratamento da hepatite viral crônica B e coinfecções”. “Apesar de estarmos no caminho para o controle das hepatites virais, de acordo com as metas da Organização Mundial de Saúde, ainda temos desafios tais como o de identificar mais pacientes, pesquisar as comorbidades, avaliar a severidade da doença hepática e classificar a forma clínica e a necessidade de tratamento”, afirmou.

Em “Resposta virológica do tratamento de pacientes com hepatite C”, Edison Roberto Parise, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) apresentou os eventos adversos que culminaram com a modificação e interrupção do tratamento à doença e os primeiros resultados do Registro Nacional de Tratamento com novos agentes virais.

Carlos Noberto Varaldo, do Grupo Otimismo de Apoio ao Portador de Hepatite, em “A Participação social na garantia das avanços para o controle das hepatites virais” destacou a importância da ação permanente da sociedade por direitos e atenção no tratamento à doença. Segundo ele, “o dia que o Grupo Otimismo fechar suas portas, representará que os serviços públicos de saúde estarão atendendo a contento. Temos lutado desde 2000 junto ao poder público e verificamos avanços. A atuação conjunta de governo, sociedade médica e civil e indústria é que vai determinar o sucesso do enfrentamento à doença”.