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Amilcar Tanuri

Formou-se em medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e concluiu mestrado e doutorado em Ciências Biológicas pela mesma universidade. Tanuri possui experiência na área de genética, com ênfase em genética molecular e de microrganismos, com contribuições importantes em estudos sobre o diagnóstico precoce do vírus da imunodeficiência humana (HIV) em crianças e a resistência a drogas antirretrovirais.
Sua atuação e experiência na área de HIV/aids o levou a trabalhar, entre 2003 e 2006, no Centers for Disease Control and Prevention (CDC), em Atlanta, nos Estados Unidos, como consultor sênior na área de laboratório, dentro do projeto Programa Global contra a Aids, atuando em oito países da África Subsaariana. Em 2005, Tanuri trabalhou no combate à epidemia do HIV em Angola e, em 2006, se tornou Pesquisador Associado na Universidade de Columbia, em Nova Iorque, nos Estados Unidos.
No Brasil, colaborou para a criação da Rede Nacional de Genotipagem do HIV e para as redes laboratoriais de carga viral e Cd4. Participou do desenvolvimento da plataforma NAT brasileira, presente  atualmente em 14 hemocentros, que testa mais de 1 milhão de amostras/ano. Outras contribuições se referem ao desenvolvimento do teste in vitro para o controle de qualidade dos primeiros lotes de antirretrovirais para o tratamento do HIV produzidos no Brasil.
Atualmente, é consultor da Organização Mundial da Saúde e coordenador da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro. Além disso, trabalha como consultor do Ministério da Saúde na área de HIV e arboviroses. Ultimamente, vem se dedicando ao estudo sobre a relação entre o Zika vírus e a microcefalia, como também à febre de chikungunya.